Elizabeth Gilbert era uma "garçonete sem publicação nenhuma", desolada por cartas de rejeição. E mesmo assim, no despertar do sucesso de 'Comer, Rezar, Amar', ela estava se identificando fortemente com a pessoa que era antigamente. Com uma bela descoberta, Gilbert reflete sobre como o sucesso pode ser tão confuso quanto o fracasso e oferece um jeito simples, porém difícil, de continuar, independente dos resultados.