Em 1942, os direitos humanos não existiam. Não havia liberdade religiosa nem de pensamento, porque, para vencer, independentemente da escassez, das epidemias ou da exaustão, os homens tinham de dar tudo: a sua mão-de-obra, o seu empenho, a sua saúde, a sua vida. As derrotas individuais valem muito menos do que uma vitória comum. Por todo o globo, tudo é permitido para ganhar: arbitrariedade, desigualdades, traições.