Novembro de 1942. O fim do ano aproxima-se e, com ele, uma lufada de esperança. A balança do poder parece estar a pender mais para um lado. A maquinaria alemão era posta à prova no deserto egípcio, as tropas das Wehrmacht atolavam-se na frente russa e o exército japonês mostrava os primeiros sinais de fraqueza no Pacífico. Para Churchill, isto não era o fim. Era possivelmente o fim do princípio. Mas as populações não estavam cientes disto. Uma coisa era certa: no fim de 1942, os homens e as mulheres terão de voltar a dar tudo de si.